8 brincadeiras ao ar livre

Papo de pracinha (*)

1444722355_88 Em tempos de tantas tecnologias ao alcance das crianças, é cada vez mais comum que elas passem grande parte do seu tempo livre, que já é pouco, emparedadas dentro de suas casas. Sem falar, no emparedamento que também acontece nas escolas, espaços muitas vezes limitados e áridos, ausentes de natureza. Nesse contexto, ir para fora de casa, passear pela cidade, brincar livre e na natureza, em parques, praças, praias etc. é hoje uma prescrição para a saúde e a felicidade das crianças. Nós, adultos, precisamos desfrutar mais do convívio com as crianças na natureza! Interagir com terra, areia, árvores, plantas em geral, bichos, flores etc. nos aproxima da vida, nos torna mais sensíveis, nos traz maior conexão com nosso ser interno e com as nossas crianças. Que tal experimentar incluir mais atividades ao ar livre em família! Aqui vão algumas sugestões de brincadeiras que podemos fazer em praças, parques, ruas fechadas, entre outros espaços públicos abertos.

  1. Contar histórias à sombra de uma árvore – leve uma canga, esteira ou algo semelhante, encontre uma posição confortável e desfrute da leitura de um bom livro junto com sua(s) criança(s).
  1. Passear pelo parque, levando uma bolsa ou um cesto, observar a natureza e coletar sementes, folhas, flores, gravetos, pedrinhas etc. Após a coleta, pode-se organizar o que foi encontrado em pequenos potes ou saquinhos, fazer uma produção artística usando esses materiais naturais, ou então seguir a sugestão da criança.
  1. Fazer bolhas de sabão.
  1. Montar uma cabaninha, usando tecidos amarrados em árvores.
  1. Desenhar no chão com gravetos ou giz.
  1. Brincar de amarelinha, corda, pique (pique árvore, por exemplo), entre outras possibilidades de brincadeiras tradicionais.
  1. Brincar de fazer comidinha, com areia/terra, panelinhas, potinhos, colheres, pás etc.
  1. Brincar de cientista, explorando a natureza com uma lupa.

Conte-nos também suas ideias e as de suas crianças!

(*) Autoras: Angela Meyer Borba e Maria Inês de C. Delorme

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